Artista Plástica Marcia Dias

 

Eu não me inspiro em temáticas, nem objetos. A pintura para mim tem de transmitir a liberdade de criar. Gosto de pintar natureza, poesia, emoções e sentimentos

Nasceu sob influência do signo caranguejo e do calor de Junho, daí se explica a sua personalidade criativa e forte pela sua entrega e paixão pelo mundo das artes.
Ao longo do seu percurso como pintora, através da sua arte dá a conhecer a alma africana. É intuitiva e utiliza as suas emoções expressando na “Arte de Luz” a sua personalidade.

Muito nova rumou às latitudes frias, Suécia, e aí nasceu o seu amor pela pintura.
O seu fascínio pela arte fê-la aprender mais e aperfeiçoar várias técnicas, a sua evolução foi natural e gradual; buscando a luz e as cores fortes, ambas foram surgindo na sua pintura e reencontrou-se com a natureza que lhe traz felicidade e características da sua amada Angola, que não esquece e procura projetar em qualquer parte do Mundo.

As cores quentes, fortes e alegres, são a marca que conduz aos apreciadores de arte a viajar pelas belas savanas africanas invadindo pensamentos com muita cor e alegria. Quanto a inspirações o Sol e a natureza são a sua maior inspiração.
Só estudando a sua obra se vai conhecendo a evolução artística e o valor humano que brota de dentro de si para dar aos outros.

Começou a pintar na adolescência tendo assumido verdadeiramente a sua alma de artista nas duas últimas décadas tendo pintado peças que foram adquiridas por particulares espalhados pelo Mundo: de Angola, a Portugal, passando pela Suécia até ao Brasil e Dubai, entre muitos outros locais.

A Artista única porque tem feito a própria caminhada ultrapassando todos os obstáculos e na busca permanente da criatividade, reconhecimento e entrega ao próximo; por isso, as suas exposições têm sido paulatinas e seletivas numa subida a pulso até cume do sucesso.

A entrega aos outros têm a impulsionado a colaborar na angariação de fundos com Instituições de Solidariedade, ofertando também obras da sua autoria e recentemente abraçou um projeto de assessoria cultural na Casa de Angola e consequentemente contribui forma apaixonada para da dignificação de artistas plásticos.

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A sua arte, onde predomina o realismo na pintura é inata permitindo-lhe equilíbrios enquanto ser humano especial e sempre no pensamento nas cores de inspiração, com preponderância do amarelo e expresso na do Girassol.

No âmbito da sua participação “Le Carrousel” do Louvre foi distinguida com o Pincel de Ouro e Diploma de Participação brilhante.

De referir ainda o Galardão de segundo lugar que lhe foi atribuído na II Bienal de Leiria, entre dezenas de artistas participantes.

Márcia Dias, que se tem destacado no plano artístico angolano e português – somando enorme sucesso além-fronteiras –, foi a artista convidada pelo Consulado Geral da República de Angola em Portugal para pintar o retrato de João Lourenço, reforçando, desta forma, através de si e do seu trabalho, a união e a amizade indeléveis que caracterizam as relações atuais entre os dois países.

Numa obra notável, de óleo sobre tela, A artista uniu os universos de Portugal e Angola, retratando João Lourenço em estilo realista, num cenário pontuado pela bandeira nacional de Angola e pela Torre de Belém, símbolo de Portugal. Para além, desta brilhante escolha foi a artista escolhida para ofertar, em representação dos artistas angolanos na diáspora, uma obra a Carolina Cerqueira, Ministra da Cultura de Angola, intitulada “Intercultura”, que representa uma palanca negra, autóctone daquele país africano, cercada pelas bandeiras das duas nações e, uma vez mais, pela Torre de Belém, em nova manifestação artística com forte simbolismo de irmandade.